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Um olhar sobre ele – A atração e o sonho por trás do vestido de noiva

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Cada vestido de noiva tem uma história e um sonho realizado, sim é vontade de todas as mulheres que se casam usar algo que mostre que ela está se casando, algo marcante, emblemático. As uniões e casamentos acontecem desde que o mundo é mundo e existem relatos bíblicos sobre essas cerimônias e seus rituais, em que a noiva sempre vestiu algo especial.

Há aquelas que sonham apenas em vestir o tal vestido para ter a imagem de si mesma como noiva, muitas estão no primeiro ou no segundo casamento, mas ainda não tiveram o tal “friozinho na barriga” ao escolher e usar o traje, mas que também sonham com esse dia. Outras como eu caro leitor, que nunca casaram sonham em casar como manda o figurino e isso inclui o vestido.

Ao longo da história, o vestido de noiva foi experimentando de diversas formas, cores e feitios. Na Roma antiga, os vestidos de noiva eram um elemento central no ritual religioso e no Egito o branco era a cor base de quase todas as cerimónias. Na idade média, os bordados predominavam nos vestidos de casamento da nobreza. No entanto, foi a partir do século XIX que os vestidos de noiva ganharam significado e simbolismo.

Somente na década de 20 o vestido de noiva passou a ter a conotação que conhecemos hoje e o branco passou a ser a cor padrão. Ironicamente, esse foi o período que as mulheres começaram a lutar por direitos iguais e a moda sofreu mudanças drásticas, mas a peça tornou-se símbolo da pureza e do ideal romântico do casamento. Até hoje, todos os convidados querem saber como a noiva está vestida e quem criou o seu vestido. Durante décadas, os desfiles de alta-costura terminavam com apresentação de vestidos de noiva e este era sempre o ponto alto.

Diferente de outro traje social de luxo preparado para ocasiões especiais, este tem um significado relevante para a cultura ocidental. Mais do que uma veste nupcial, o vestido de noiva, resgata pedaços da cultura, da religiosidade e da história da humanidade. Seus tecidos, volumes e complemento, simbolizam a magia que envolve a união dos cônjuges e demonstram a profundidade do conceito de Amor para as culturas do ocidente.

E tanto faz se ela é moderna, romântica, contemporânea, a hippie, falou em casar é preciso algo especial. Há algum tempo, acreditava-se que mulheres solteiras que passavam dos 40 anos (eis me aqui) de idade podiam aposentar o sonho de casar, estavam no “caritó” como se diz no Nordeste ou a expressão popularmente usada era que “tinham ficado para titia”. Décadas se passaram e mulheres de todas as idades mostram que têm o direito de casarem no momento da vida que acharem mais propício. Hoje em dia, muitas mulheres escolhem se casar depois de adquirir estabilidade e sucesso profissional ou até encaram segundos ou terceiros casamentos aos 50 ou 60 anos.
Apesar da maior naturalidade que o assunto é encarado hoje em dia, alguns preconceitos permanecem. Hoje quando falo isso para alguém e que externo ainda a vontade da maternidade, muitas vezes sou tachada de louca ou “já passou da hora”, “esta velha para fazer isso”, haja autoestima e capacidade de continuar sonhando, sem preocupar-se com opiniões alheias, que muitas vezes são criticas, preconceito doméstico, melhor dizendo das “amigas mesmo”. Em uma recente entrevista para uma revista nacional, a apresentadora Sabrina Sato declarou. “O meu maior desejo de consumo é, sem dúvida, um vestido de noiva. Se eu nunca usar, vou ter um treco”. Aos 40 anos, Preta Gil só confirma o óbvio: mulher gosta de se casar. Se for de véu e grinalda, então, é irresistível. Aquele sonho de cinderela que encontrou o príncipe está mais arraigado no imaginário feminino do que a gente imagina. Não tem modernidade que dê conta de viver esse momento, se vestir de branco, cheia de renda chantilly, se sentindo o próprio bolo, ser levada ao altar pelo pai e ser entregue para o homem da sua vida. É muito simbolismo para um evento só. Não dá para segurar tanta emoção!

Preta Gil

Preta Gil

Até a super top Gisele Bündchen com 15 anos numa entrevista para o lendário Paulo Francis, respondeu para o jornalista a pergunta se ela queria casar: “Com véu e grinalda! É o sonho de toda mulher casar de branco e na igreja!”. A Gisele realizou o seu sonho do véu e grinalda em 2009. Ponto para o sonho.

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O matrimônio como instituição renasceu na década de 90 e da revolução que transformou costumes durante a década de 60 herdou o direito de acrescentar às suas intenções o desejo de sucesso amoroso para ambas as partes. O matrimônio renasceu, assim como sua história. Se o vestido da noiva nasce como símbolo do patrimônio das famílias, da fertilidade da esposa e da paixão entre o casal, hoje estes símbolos estão sendo resgatados e projetados para o século XXI. Os atuais vestidos de noiva têm sido apresentados nas cores da paixão, da pureza e adornados de múltiplas flores remetendo a todo tipo de fertilidade amorosa. Mais do que nunca, estes vestidos têm sido apresentado com tecidos luxuosos, brilhantes e bordados e sua alta carga simbólica continua a representar o papel da mulher dentro da instituição do casamento, hoje vista não como representação do patrimônio familiar paterno, mas como uma parceira à altura das competências do marido como provedor.

Segundo The White Dress, Harriet Worsley “o vestido de noiva é o traje mais caro, glamoroso e especial que uma mulher irá vestir em toda a sua vida. É também uma importante demonstração de estilo tanto da noiva quanto do estilista”.

Devem existir várias mulheres com a mesma dúvida. As mulheres maduras que nunca casaram ou são viúvas, as que vão se casar novamente ou que decidiram fazer uma festa de casamento depois de anos de união encontram muita dificuldade na hora de escolher o modelo de vestido para o casamento.

A primeira questão levantada por muitos é se uma noiva mais velha pode ou não usar branco. Segundo a escritora do blog Vestida de Noiva, Fernanda Floret, a noiva pode entrar de branco, se esta for à vontade dela. A assessora de casamento Lígia Marques concorda: “Se a noiva quiser branco, particularmente, não vejo nenhum mal nisso.”.
“As pessoas acham que não existe vida depois dos 40”, brinca a cerimonialista Eloah Dias Botelho. Além de atender muitas mulheres prestes a casar, Eloah também foi noiva há alguns anos, quando já passava dos 40 anos. Ela conta que resolveu fazer uma pequena cerimônia depois de analisar os custos de uma festa maior.

A celebração foi feita apenas para os dois, com direito a bolo, fotografia profissional, bem casados e chocolates. “Fizemos em um restaurante que eu ia bastante. Foi à coisa mais emocionante da minha vida”, diz Eloah.

Fernanda Floret diz que a cerimônia para uma noiva mais madura pode ter tudo que a das mais novas teria. “Todas as etapas são simbólicas numa festa de casamento e podem ser feitas independente da idade dos noivos“, fala Fernanda.
A arquiteta Dorys Daher, de 52 anos, casou pela terceira vez aos 44. “Muitos estranharam a nossa decisão de casar. Perguntavam: mas por que agora?”. Por ter não feito nada de formal nos dois primeiros casamentos, ela quis algo diferente.

“As pessoas sempre questionam muito as outras, como se os questionadores fossem os certos e os questionados os errados”, aponta Dorys. A arquiteta diz que fez uma festa da maneira que ela e seu marido queriam: ao som dos Beatles e dança do ventre.

De acordo com Dorys, seu casamento foi um sucesso. Foi até às quatro da manhã e todos aproveitaram muito. “Sem contar meu vestido que era lindo e vermelho. Eu uso até hoje.”

Segundo Fernanda Floret, a noiva mais madura pode sim usar o vestido de seus sonhos no casamento. “O mais recomendado mesmo é sempre escolher uma roupa de acordo com o estilo da pessoa, com o tipo físico e com o estilo da festa”, diz Fernanda.

Já Sylvia Queiroz recomenda discrição para tais noivas, bem como o uso de cores mais claras: “Tons como o pérola e o off-white são os mais adequados”, comenta. Lígia Marques segue o mesmo caminho. “Para quem não for usar o branco, uma cor clara, tipo creme ou azul bem clarinho”, diz.
De início, as cores eram variadas, contanto que os vestidos fossem suntuosos, luxuosos. Até porque o casamento era visto como um arranjo comercial e o vestido da noiva servia justamente para mostrar à sociedade que as famílias tinham posses. “Os vestidos podiam ser de qualquer cor, inclusive muito se usou vermelho em épocas mais remotas, como na Idade Média (entre 476 d.C. e 1453 d.C.) e em culturas diferentes, como no Japão, Índia e China”, conta Míriam Costa Manso, professora do curso de Design de Moda da UFG (Universidade Federal de Goiás). A discrição nem sempre foi sinônimo de bom gosto na moda, tanto que a noiva romana, por exemplo, podia usar um véu vermelho escuro, quase em tom de vinho, sobre uma túnica amarela cor de açafrão. Na Grécia antiga, as mulheres usavam cores escuras, inclusive estampadas.

Já o preto predominou na alta Renascença (século XVI), entrando no período barroco (século XVII), diz Míriam, que ensina história da moda. Foi à época em que a Espanha ganhou primazia nos costumes europeus, e a cor mais propícia para se apresentar em uma sociedade extremamente religiosa, inclusive para as noivas, era o preto. Esqueça o bom e velho preto básico, pois as vestimentas eram pesadas e luxuosas.

Sobre a origem do vestido branco, não há consenso. Registros indicam que a rainha Mary Stuart, da Escócia, foi pioneira e aderiu ao branco no século XVI. Uma das explicações para a escolha foi que Mary Stuart fez uma homenagem à família Guise, de sua mãe, que tinha a cor branca no brasão.

Outro relato é sobre o casamento da rainha Maria de Médici, da França, no século XVII. Natural da Itália, Maria usou uma vestimenta branca, com detalhes dourados e com decote quadrado, causando rebuliço na corte francesa. Diz-se que, apesar de ser de tradição católica, ela se rebelou contra a estética religiosa que indicava o uso de cores escuras, geralmente preto, e vestido fechado até o pescoço. Michelangelo atribuiu o branco do vestido de Maria de Médici à pureza da moça, que tinha apenas 14 anos.

Mas o amor romântico faz com que muitos atribuam a origem do vestido de noiva branco à rainha Vitória, da Inglaterra, no século XIX. Isso porque ela foi uma das primeiras nobres a se casar por amor e em um esplendoroso traje, com vestido e véu brancos e sem coroa, o que também foi inédito.
Por ser uma rainha, foi ela quem pediu o marido, o príncipe Albert, em casamento. Depois que o marido morreu, a rainha Vitória só usou preto, por isso se associa a época vitoriana a essa cor, conta Míriam.

O Surgimento do Vestido de Noiva
Durante a Idade Média, a cristianização do ocidente trouxe novos costumes matrimonias. A coroação de Carlos Magno, no ano 800 D.C tornou o casamento um sacramento religioso, com forte carga social e simbólica, carga esta, que em grande parte perdura até os nossos dias.
Neste momento, a união dos cônjuges passou a se dar através de uma cerimônia religiosa que sacramentava a união de duas famílias e de seus patrimônios. O casamento então teve como função garantir as fronteira dos novos reinos e reconstruir os territórios nacionais destruídos pela longa invasão bárbara à qual a Europa estivera submetida desde a queda do Império Romano, e também pelo abandono deste território devido às cruzadas.
O vestido de noiva surgiu neste período com a função específica de apresentar para a comunidade as posses da família da moça. Sua simbologia era a do poder e sua função era social.
A noiva era apresentada com um vestido vermelho ricamente bordado e sobre a cabeça um véu branco bordado com fios dourados. O vermelho representava a capacidade da noiva de gerar sangue novo e continuar a estirpe. O véu branco falava da sua castidade.
Ao noivo, bastava que desse à noiva um cavalo branco para que pudesse segui-lo. Para muitas famílias, o sucesso no casamento dos filhos era uma questão de sobrevivência que implicava numa boa partilha entre terras, animais e servos para trabalhar a terra.
À noiva, além dos dotes patrimoniais, cabia levar tecidos para vestir a família e a casa que ia constituir além de joias, que poderiam ser vendidas ou trocadas para o custeio do cultivo da terra. Os noivos, em geral, tinham ambos por volta de quatorze anos e no dia das núpcias a noiva deveria se apresentar com todas as joias sobre o seu corpo e cabelo.
Este acervo era composto de broches, tiaras, braceletes, vários colares e muitos anéis, podendo ser vários em cada dedo. O casamento cristão, que teve início na Idade Média, era uma cerimônia pública e acontecia na igreja por ser este o espaço mais público desta cultura. A tradição da cerimônia religiosa de casamento, que vivemos hoje, tem aí sua origem.
Em 1854, o papa Pio IX proclamou que as noivas deveriam demonstrar através do traje branco a Imaculada Concepção assim como Maria a Imaculada. Esta fala papal estabeleceu para a noiva do Romantismo um padrão católico que se estende até os nossos dias no imaginário popular delegando à virgindade um papel primordial para a qualidade da noiva.
Esta noiva agregou à sua veste um adereço de mão que podia ser um terço ou um pequeno livro de orações porque, além de casta ela devia ser também religiosa. A partir da segunda metade do século XIX, o Iluminismo transferiu para o branco a ideia de luz e de abundância, o branco como claridade e como a soma de todas as cores. O branco continuou a representar a pureza e a castidade, sendo agregada ao traje a for de laranjeira como símbolo de fertilidade.
A noiva do estilo Liberty era uma flor, pura como um lírio, nobre como uma rosa ou delicada como uma margarida, sendo que a orquídea era tida como a flor que representava a paixão, a força do coração e era usada como prova de amor da noiva pelo jovem marido. O relicário de mão foi substituído por um buquê de flores naturais colhidas no dia da cerimônia. As mãos de sábias e experientes costureiras transformam os tecidos mais nobres em desenhos de alta-costura
Freud afirma que “toda fantasia é a realização de um desejo, a correção da realidade insatisfatória”. Ele acrescenta que os sonhos não são outra coisa que fantasias cujos desejos inconscientes foram recalcados e distorcidos para encontrar expressão consciente. Segundo o psicanalista, a fantasia tem uma função essencial, que é a de criar uma “„ponte‟ entre princípio de prazer e princípio da realidade”.

Talvez, e isso só o tempo dirá, o dia do casamento não entre para sua história como o mais feliz de sua vida, mas, sem dúvida, poucas mulheres são capazes de abrir mão da tentativa de fazer isso se tornar realidade. Recentemente fui convidada juntamente com outras três mulheres a realizar o sonho de usar o vestido de noiva, de produzir e escrever o editorial para a Revista Versailles, que muito me deixou feliz e realizada. Confira agora e na integra o depoimento de cada uma dessas sonhadoras e o resultado belíssimo desse editorial.

Fotos: Alex Costa

Renata Passos - Jornalista “Em sonho, não fui diferente das meninas que almejavam em se casar com pompas e circunstâncias, com o homem da sua vida. A imaginação me permitiu detalhes que iam desde o vestido até todos os objetos da decoração. Mas, a realidade me reservou algo bem diferente. Me casei pela primeira vez aos 17 anos, em 1992, grávida do meu primeiro namorado. O casamento ocorreu em uma cerimônia comunitária no cartório e o  “vestido” foi o uniforme do colégio, haja vista que o “sim” foi agendado entre uma prova e outra no segundo ano do ensino médio. Quis o destino que eu tivesse uma segunda chance, isto é, um segundo casamento. E dessa vez, em 2009, de forma mais planejada foi possível reunir um grupo muito seleto de familiares e amigos para um jantar de confraternização. As prioridades financeiras não contemplaram uma festa de grande porte e as convicções religiosas não permitiram um casamento na igreja. Portanto, mais uma vez, nada do tradicional vestido de noiva. Acontece que, em algum lugar dentro da mulher de 40 anos que hoje eu sou, existe ainda a menina sonhadora que, embora tenha sim encontrado o homem com quem deseja partilhar o resto da vida, ainda alimenta a vontade de se ver vestida de branco, com um belo e suntuoso vestido de noiva. Uma cena que, com certeza, ficará eternizada na memória e nesse meu coração idealizador”.

Renata Passos – Jornalista
“Em sonho, não fui diferente das meninas que almejavam em se casar com pompas e circunstâncias, com o homem da sua vida. A imaginação me permitiu detalhes que iam desde o vestido até todos os objetos da decoração. Mas, a realidade me reservou algo bem diferente. Me casei pela primeira vez aos 17 anos, em 1992, grávida do meu primeiro namorado. O casamento ocorreu em uma cerimônia comunitária no cartório e o “vestido” foi o uniforme do colégio, haja vista que o “sim” foi agendado entre uma prova e outra no segundo ano do ensino médio.
Quis o destino que eu tivesse uma segunda chance, isto é, um segundo casamento. E dessa vez, em 2009, de forma mais planejada foi possível reunir um grupo muito seleto de familiares e amigos para um jantar de confraternização. As prioridades financeiras não contemplaram uma festa de grande porte e as convicções religiosas não permitiram um casamento na igreja. Portanto, mais uma vez, nada do tradicional vestido de noiva.
Acontece que, em algum lugar dentro da mulher de 40 anos que hoje eu sou, existe ainda a menina sonhadora que, embora tenha sim encontrado o homem com quem deseja partilhar o resto da vida, ainda alimenta a vontade de se ver vestida de branco, com um belo e suntuoso vestido de noiva. Uma cena que, com certeza, ficará eternizada na memória e nesse meu coração idealizador”.

Juliana Cavalcante de Sousa - Advogada “Viver casada com quem se ama é uma experiência maravilhosa e, sinceramente, se eu pudesse voltar no tempo, teria me casado muito antes de 2012. Todavia, quando nos organizávamos, existiam duas opções: ou comprávamos o nosso futuro lar, ou faríamos uma festa de casamento. A realidade pesou e optamos pelo nosso cantinho, de modo que ter a oportunidade de me vestir de noiva, com toda a produção que isso envolve, fez tomar forma parte de um sonho antigo que eu ainda cultivo”.

Juliana Cavalcante de Sousa – Advogada
“Viver casada com quem se ama é uma experiência maravilhosa e, sinceramente, se eu pudesse voltar no tempo, teria me casado muito antes de 2012. Todavia, quando nos organizávamos, existiam duas opções: ou comprávamos o nosso futuro lar, ou faríamos uma festa de casamento.
A realidade pesou e optamos pelo nosso cantinho, de modo que ter a oportunidade de me vestir de noiva, com toda a produção que isso envolve, fez tomar forma parte de um sonho antigo que eu ainda cultivo”.

Roberta Pimenta – Administradora  “Sou uma romântica assumida, de querer corações e flores nas relações, mas confesso que o sonho de casar com o vestido veio e foi embora várias vezes ao longo dos 46 anos. O certo é que o exemplo que tive em casa com meus pais juntos 63 anos me faz desejar um amor sólido, com direito a pedido tradicional de joelhos e aliança na mão, a benção do SENHOR e o tão sonhado vestido de noiva, com amigos e família reunidos nesse momento de realização. Como diz a poetisa Mary Arantes, “essas preciosas coisas banais...o  amor me prende”. E com um vestido então fica um doce, irresistível”.

Roberta Pimenta – Administradora
“Sou uma romântica assumida, de querer corações e flores nas relações, mas confesso que o sonho de casar com o vestido veio e foi embora várias vezes ao longo dos 46 anos. O certo é que o exemplo que tive em casa com meus pais juntos 63 anos me faz desejar um amor sólido, com direito a pedido tradicional de joelhos e aliança na mão, a benção do SENHOR e o tão sonhado vestido de noiva, com amigos e família reunidos nesse momento de realização. Como diz a poetisa Mary Arantes, “essas preciosas coisas banais…o amor me prende”. E com um vestido então fica um doce, irresistível”.

Ethel Soares - Tenente “Sempre sonhei em me casar vestida de noiva, mas outras prioridades foram surgindo e acabamos casando apenas no civil. Estamos casados há quinze anos e ainda não descartamos a possibilidade de concretizar este sonho! Agora temos duas lindas daminhas, frutos do nosso amor, que também torcem para que este dia chegue. Pousar vestida de noiva foi emocionante e único, além de reascender o meu desejo! Agradeço o carinho e a atenção de todos que proporcionaram momentos de tamanha emoção e encantamento, deixando-me convicta de que nunca devemos desistir dos nossos sonhos!”

Ethel Soares – Tenente
“Sempre sonhei em me casar vestida de noiva, mas outras prioridades foram surgindo e acabamos casando apenas no civil. Estamos casados há quinze anos e ainda não descartamos a possibilidade de concretizar este sonho! Agora temos duas lindas daminhas, frutos do nosso amor, que também torcem para que este dia chegue. Pousar vestida de noiva foi emocionante e único, além de reascender o meu desejo! Agradeço o carinho e a atenção de todos que proporcionaram momentos de tamanha emoção e encantamento, deixando-me convicta de que nunca devemos desistir dos nossos sonhos!”

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Publicado em 20/08/2015 por em Beleza, Design, Moda.

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