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“Love Letter from Brazil to Iraq” (Cartas de amor do Brasil ao Iraque)

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A fotografia tem o poder de comunicar, atravessar fronteiras, contar histórias, unir e transformar pessoas. Ela é um dialeto universal. Foi a partir dessa premissa que surgiu o projeto fotográfico “Love Letter from Brazil to Iraq” (Carta de amor do Brasil ao Iraque), que une trabalhos de fotógrafos brasileiros e Iraquianos em uma exposição coletiva, com o objetivo de levar mensagens de paz ao Oriente Médio, lugar marcado por tantos conflitos.

Com curadoria do professor de fotografia da Panamericana Escola de Arte e Design, Renato Negrão, e do presidente da ONG “Larsa for Human Rights” e também do IPC – Iraq Photograph Center, o iraquiano Abo Al Hassan, a Escola apresenta, a exposição “Love Letter from Brazil to Iraq”, a partir de 12 de maio, na unidade Angélica (Av. Angélica, 1900, em São Paulo).

Para Negrão, trazer a exposição ao Brasil é uma grande realização. “Todos os dias somos bombardeados com inúmeras imagens fortes como terremotos, ataques, guerras e Renato_Gaiofato_02problemas sérios do mundo inteiro, que são valorizadas nas mídias. Então, a exposição “Love Letter from Brazil to Iraq” vem em contrapartida, trazendo mensagens positivas entre seres humanos de culturas diferentes”, relata.

A mostra, que já foi apresentada na Galeria Daratal Tasweer, em Amã (Jordânia), e instalada pelas ruas de Bagdá (Iraque), chega ao Brasil com 72 trabalhos, promovendo uma troca entre 21 fotógrafos brasileiros – onze deles ex-alunos da Panamericana – e 15 iraquianos.

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“A fotografia é uma ferramenta poderosa de comunicação. Ela não tem língua, não tem nação ou religião. É livre e pode transmitir sentimentos. Nós da Panamericana muito acreditamos nisso. Por esse motivo, abrir as portas da nossa Escola para uma exposição como essa, que apresenta outro lado da vida de um povo marcado por tantos transtornos e ainda apresentar a resposta do nosso país a eles, é recompensador”, conta Alex Lipszyc, diretor de ensino da Panamericana.

Para Negrão, trazer a exposição ao Brasil é uma grande realização. “Todos os dias somos bombardeados com inúmeras imagens fortes como terremotos, ataques, guerras e Renato_Gaiofato_02problemas sérios do mundo inteiro, que são valorizadas nas mídias. Então, a exposição “Love Letter from Brazil to Iraq” vem em contrapartida, trazendo mensagens positivas entre seres humanos de culturas diferentes”, relata.

A mostra, que já foi apresentada na Galeria Daratal Tasweer, em Amã (Jordânia), e instalada pelas ruas de Bagdá (Iraque), chega ao Brasil com 72 trabalhos, promovendo uma troca entre 21 fotógrafos brasileiros – onze deles ex-alunos da Panamericana – e 15 iraquianos.

“A fotografia é uma ferramenta poderosa de comunicação. Ela não tem língua, não tem nação ou religião. É livre e pode transmitir sentimentos. Nós da Panamericana muito acreditamos nisso. Por esse motivo, abrir as portas da nossa Escola para uma exposição como essa, que apresenta outro lado da vida de um povo marcado por tantos transtornos e ainda apresentar a resposta do nosso país a eles, é recompensador”, conta Alex Lipszyc, diretor de ensino da Panamericana.

“Love Letter from Brazil to Iraq” tem entrada gratuita e ficará instalada na unidade Angelica da Panamericana até 12 de junho.

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Publicado às 29/04/2016 por em Cultura e marcado , , , , .

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Graduada em Administração de Empresas, com especialização em Comunicação de Moda e Comércio Exterior pelo Instituto Metodista de Ensino Superior/SP, atuando no mercado de moda e beleza há 20 anos como consultora (marketing de moda e pessoal, etiqueta no trabalho, visual), jornalista, produtora, palestrante e professora (UNP, SENAI, SENAC).

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Sou uma leitora voraz e é com trechos da obra de Drummond  Clarice Lispector e Lya Luft, três dos meus autores preferidos que compartilho um pouquinho das fotos agora oficiais que produzimos sábado pelos 15 anos da minha afilhada Laura Rocha Moura.
Cada um de vocês que sonhou e realizou comigo esse momento, incluindo ai a aniversariante e o papai Marcelo Moura, estão representados nesses poemas.
Muito, muito obrigado pelo amor de cada um.
Laura, sua madrinha ama você com toda a força do coração dela.... "Há gente que, em vez de destruir, constrói; em lugar de invejar, presenteia; em vez de envenenar, embeleza; em lugar de dilacerar, reúne e agrega."
____________________Lya Luft

VERBO SER
Carlos Drummond de Andrade 
Que vai ser quando crescer? 
Vivem perguntando em redor. Que é ser? 
É ter um corpo, um jeito, um nome? 
Tenho os três. E sou? 
Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito? 
Ou a gente só principia a ser quando cresce? 
É terrível, ser? Dói? É bom? É triste? 
Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas? 
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R. 
Que vou ser quando crescer? 
Sou obrigado a? Posso escolher? 
Não dá para entender. Não vou ser. 
Vou crescer assim mesmo. 
Sem ser Esquecer. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------
"Sou como você me vê.
Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar." "Eu sou feita de tão pouca coisa e meu equilíbrio é tão frágil, que eu preciso de um excesso de segurança para me sentir mais ou menos segura." (...)Mas não sou completa, não. 
Completa lembra realizada. 
Realizada é acabada. 
Acabada é o que não se renova a cada instante da vida e do mundo. 
Eu vivo me completando... mas falta um bocado.
Clarice Lispector ---------------------------------------------------------------------------------------------------------
Fotos: Fabiano Guedes @fabiano_guedes 
Cabelo : Maria do Socorro (Help) – Salão Anninha – filial - @mary112345

Locação – Salão Anninha – Filial /@anninhacabeleireirosnatal

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Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito? 
Ou a gente só principia a ser quando cresce? 
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Ser; pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas? 
Repito: Ser, Ser, Ser. Er. R. 
Que vou ser quando crescer? 
Sou obrigado a? Posso escolher? 
Não dá para entender. Não vou ser. 
Vou crescer assim mesmo. 
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Posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania,
Depende de quando e como você me vê passar." "Eu sou feita de tão pouca coisa e meu equilíbrio é tão frágil, que eu preciso de um excesso de segurança para me sentir mais ou menos segura." (...)Mas não sou completa, não. 
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